Presidente da Indonésia determina execução de centenas de criminosos

Presidente da Indonésia determina execução de centenas de criminosos

Os prisioneiros têm direito também a três minutos finais ao lado de um conselheiro religioso, antes que o comandante faça uma marca em suas roupas na altura do coração. Em seguida, o comandante saca

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Um dos destaques internacionais desta semana é o presidente da Indonésia, ditador é líder de um país com uma rígida lei para criminosos; assassinos, estuprados, traficantes e outros tipos de criminosos não possuem vida fácil e são obrigados a procurar um trabalho, ninguém se dá ao luxo de ter preguiça e procurar alternativas do tipo "cortar caminho" na Indonésia. Nesta última sexta-feira o presidente determinou a execução de centenas de criminosos, o que causou revolta em representantes dos direitos humanos pelo mundo.

Uma hora antes da execução, uma equipe de 12 policiais especializados comparece ao local. Eles tomam posições de cinco a 10 metros de distância do ponto em que os condenados serão colocados e preparam os rifles.

Depois disso, um comandante carrega cada rifle com uma bala, mas apenas três delas são reais. A intenção, nesse momento, é de evitar a possibilidade de determinar quem disparou o tiro letal.

Os prisioneiros sentenciados à morte pelo mesmo crime devem ser executados ao mesmo tempo, mas por diferentes pelotões de fuzilamento.Os detentos condenados são levados para um espaço aberto, onde as mãos e os pés são amarrados.
Uma hora antes da execução, uma equipe de 12 policiais especializados comparece ao local. Eles tomam posições de cinco a 10 metros de distância do ponto em que os condenados serão colocados e preparam os rifles.

Neste local, são colocados diante de postes individuais. Por lei, a execução é feita fora da vista do público.Os condenados podem então escolher entre permanecer sentados, ajoelhados ou de pé no momento da execução. Além disso, podem usar uma venda nos olhos, se assim desejarem.

Os prisioneiros têm direito também a três minutos finais ao lado de um conselheiro religioso, antes que o comandante faça uma marca em suas roupas na altura do coração. Em seguida, o comandante saca uma espada e, quando abaixa a arma, o pelotão abre fogo.Não há possibilidade de sair vivo de tal execução. Isso porque se um médico constata que algum condenado sobreviveu, um soldado atira na cabeça do réu com uma pistola.Uma pesquisa nacional publicada em março pelo instituto Indo Barometer mostra que 84% dos entrevistados apoiam a pena de morte para os traficantes de drogas, com apenas 12% de pessoas contrárias à medida. Afinal, muitos habitantes da Indonésia consideram os traficantes de drogas como terroristas, assassinos ou estupradores.