Nazistas contra Israel

Israel é o único Estado da face da Terra que é atacado sistematicamente por terroristas e não tem o direito de se defender.

Mais de 70 anos depois do Holocausto, o ódio ao povo judeu ainda fala alto e une anti-semitas do mundo todo (agora disfarçados de anti-sionistas).

Onde estavam os humanistas quando o Hamas lançou mais de 150 foguetes contra as famílias israelenses em Tel Avivi e Jerusalém? Quando os civis de Israel estiveram em risco nos últimos meses nenhuma alma generosa apareceu para pedir pela paz mundial.

Quando os fanáticos islâmicos seqüestraram três jovens judeus, não houve nenhuma mobilização para que eles fossem devolvidos com vida. E tampouco houve comoção mundial quando os corpos dos meninos foram encontrados, carbonizados e com marcas de tiros.

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Jovens judeus sequestrados e mortos pelo Hamas: ninguém protestou por eles

Não li nenhuma declaração de celebridades lamentando quando o Hamas, de forma cínica e criminosa, rejeitou o cessar-fogo proposto pelo Egito e aceito por Israel.

Depois do Holocausto ficou complicado assumir publicamente o ódio aos judeus. Por isso agora os nazistas usam nomes sofisticados como “anti-sionista”. Muita gente usa a suposta defesa do Estado palestino como desculpa para expressar seu ódio ao povo judeu.

O anti-sionista é contra a existência do Estado de Israel por razões supostamente humanitárias e históricas. Mas, após oferecer os argumentos iniciais, costumam retomar a velha conversa nazista sobre como os judeus são “invasores”, “bárbaros”, “dominam a mídia”, etc.

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“Para a paz mundial, Israel deve ser destruído” diz cartaz de garoto palestino

A maior mentira dos anti-sionistas é esta: Israel não concorda com a existência de um Estado palestino, com fronteiras reconhecidas. Infelizmente, os humanitários de plantão são preguiçosos e analfabetos históricos.

Basta recuperar os fatos para desmontar a mentira que eles contam. A proposta de criação de um Estado palestino existe desde 1919. E é aceita por Israel e rejeitada pelos palestinos, sistematicamente, desde 1919!

Os fanáticos islâmicos que explodem inocentes não lutam por um Estado. Eles se explodem para matar judeus por puro ódio aos judeus, porque não suportam sua existência.

Em brilhante artigo publicado na Folha de S. Paulo, o cientista política João Pereira Coutinho lembra que:

“O conflito com o Hamas é um problema ideológico. Basta ler a carta fundamental do grupo. Depois de prestar vassalagem à Irmandade Muçulmana (artigo 2) e de invocar os “Protocolos dos Sábios do Sião” (artigo 32) como argumento de autoridade (um documento forjado pela polícia czarista no século 19 para “provar” o conluio judaico para dominar o mundo), o Hamas afirma que não quer um Estado palestino junto a um Estado judaico. Quer a destruição da “invasão sionista” (artigo 28). Os foguetes que o Hamas lança não são formas de reivindicar nada: são a expressão da incapacidade de aceitar que judeus vivam no “waqf” (terra inalienável dos muçulmanos -artigo 11).”

Martin Luther King dizia ser falsa a distinção entre anti-semitismo e anti-sionismo. Em 1967, ele escreveu que anti-sionismo “é inerentemente anti-semita”.

“O anti-sionismo é a negativa ao povo judeu de um direito fundamental que justamente clamamos para os povos da África, com o quê, livremente, outras nações do globo se põem de acordo. É discriminação contra os judeus porque eles são judeus. Resumindo, é anti-semitismo”.

Pior do que os novos anti-semitas são os novos nazistas. Os terroristas que atacam civis inocentes em Israel não estão lutando por território. Eles odeiam a própria existência de Israel e do povo judeu. Não suportam a existência de judeus.

Palestinians hold a sign depicting a swastika during clashes at Qalandiya checkpoint

Bandeira nazista na faixa de Gaza

Como pontua Coutinho, a carta magma do Hamas deixa claro que a organização nega todos os acordos de paz com a “entidade sionista” (forma nazista de designar Israel) e conclama todos os palestinos à jihad (guerra santa) contra Israel. Os fanáticos islâmicos são os novos nazistas.

Mais uma vez, os judeus estão enfrentando grupos que os odeiam e querem o seu fim. E, mais uma vez, eles estão sozinhos. Foram abandonados pelo mundo supostamente civilizado.

Saudação nazista no treinamento dos fanáticos islâmicos

Li declarações emocionadas de muitos “humanistas”, incluindo, é claro, lideranças evangélicas “progressistas”, contra as ações de Israel visando à defesa do seu povo. Eles não se comovem, contudo, com o cruel tratamento que o Hamas dispensa aos palestinos.

Não é nenhuma novidade, mas sempre é bom lembrar: o Hamas usa mulheres, crianças e idosos como escudos humanos. Os terroristas, com a covardia que lhes é típica, atacam Israel e depois se escondem em áreas densamente povoadas, colocando os inocentes em risco.

O Hamas odeia os judeus e usa palestinos como escudos humanos. Mas é Israel que desperta o ódio de gente do mundo todo quando age para defender civis inocentes.

Vamos chamar as coisas pelo nome: os judeus estão sendo atacados por nazistas. E o mundo decidiu que os primeiros são os culpados e os últimos são as vítimas.