Marcelo Crivella critica Folha de São Paulo e chama editorial de “irrelevante”

Diante de uma crítica feita pelo editorial do jornal Folha de São Paulo o ministro Marcelo Crivella, da pasta Pesca e Aquicultura, resolveu se pronunciar mostrando seu lado da história e atacou o diário dizendo que não é seu ministério que é irrelevante, mas o editorial de um dos jornais mais importantes do Brasil.

Sobre as críticas referentes a compra de lanchas, Crivella, que foi chamado de “bispo evangélico” e “cantor gospel” pelo grupo Folha, se defendeu dizendo que esses equipamentos, comprados pela ex-ministra Ideli Salvatti, são usados sim e possuem uma importância.

“Quanto a compra das lanchas, resgatar a verdade do entulho de mentiras e injúrias. São boas e necessárias, e isso foi escrito na ata de recebimento das lanchas por oficiais da Marinha. Convenhamos, ninguém entende mais de barco que eles. Demoraram a entrar em uso? Sim. Mas nem todas”, escreveu Crivella.

O ex-senador ligado à Igreja Universal do Reino de Deus está há 28 dias como Ministro dessa pasta e não concordou com as críticas feitas pela Folha em relação ao serviço que esse ministério presta. “os técnicos do BNDES consideram o potencial de produção de pescado do Brasil, sobretudo na aquicultura, um segundo pré-sal. Irrelevante, portanto, não é o ministério – é o editorial.”

Crivella acredita que as críticas tinham a intenção de destratá-lo como pessoa por ele ser bispo evangélico. “Como se isso me desqualificasse a priori”, afirmou ele que se sentiu insultado pelo tom do texto. “Na sanha implacável do insulto, insinua que a prática de colocar minhoca no anzol é um imperativo técnico-científico para o exercício do cargo de ministro da Pesca e Aquicultura.

Ora, como se o ministro da Defesa atirasse de canhão, o dos Esportes fosse atleta ou o Serra, quando na Saúde, soubesse aplicar injeção.”

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