Braskem pagou advogado para “monitorar” votos dos ministros do STF

Apuração interna da Braskem mostra que, em 2006, a empresa contratou o escritório do advogado Nilton Serson (preso pela Lava Jato na Operação Carbonara Chimica) por R$ 2 milhões para monitorar “votos dos ministros do Supremo Tribunal Federal”.

O documento, relata o Estadão, não cita nome de ministros do Supremo nem dá detalhes sobre como o tal monitoramento teria sido cumprido.

A investigação da Braskem está anexada aos autos da Operação Carbonara Chimica.

Para Lava Jato, decisão do STF pode levar à anulação de mais condenações. SAIBA MAIS AQUI
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