Após infarto, Maju Coutinho quebra o silêncio e expõe drama: “a cruel vida”

Maju Coutinho expôs o infarto de sua cachorra Lola e fez uma comovente declaração
Maju Coutinho usou as redes sociais para falar de uma triste morte envolvendo um membro muito querido da família. A jornalista, que é âncora do Jornal Nacional, expôs que sua cachorrinha, a qual se chama Lola, morreu devido a um infarto.

Por meio de seu Instagram, Maju Coutinho contou que estava no deserto do Atacama, Chile, para acompanhar um eclipse total do Sol, e na legenda ela explicou que foi uma das melhores experiências que já teve e estava feliz que iria compartilhar a tal experiência com milhares de pessoas no país.

No entanto, nem tudo saiu como o planejado e se de um lado ela estava feliz com a importante conquista, do outro ela teve que lidar com a morte inesperada de sua querida Lola. Maju Coutinho revelou que na madrugada que estava voltando do Chile, para a sua tristeza, sua cachorra infartou.

Em um trecho, a jornalista da TV Globo esclareceu como foi triste receber a notícia. “Pisei no Brasil, recebi a notícia e todos os clichês se materializaram em mim: o peito apertou, a lágrima jorrou, a alma se partiu”, disse Maju Coutinho em forma de desabafo.

Maju Coutinho agradeceu a companheira pelos bons anos de companheirismo: “Valeu pela fidelidade, Lola”. Ela ainda compartilhou na íntegra o texto que seu pai fez ao descobrir a morte da amada cachorra. “O descanso de Lola. Lola partiu, foi, não é mais. Ou melhor , ainda é, e sempre será. Será, sempre, memória de todos e de todas que foram acarinhados por ela e que a acarinharam”, dizia um trecho.

Os seguidores da jornalista prestaram suas breves homenagens e desejaram muita força nesse momento difícil. Discreta, Maju Coutinho evita compartilhar coisas da vida pessoal, por esse motivo tal notícia pegou muitos internautas desprevenidos e sem ter o que dizerem para a âncora do Jornal Nacional.

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A adorável e cruel Vida. A adorável Vida me proporcionou algo único : acompanhar um eclipse total do Sol,no melhor lugar do mundo, e poder contar essa experiência para milhões de brasileiros. A cruel Vida entregou minha Lola para morte. Na madrugada em que eu voltava do Chile, Lola infartava. Pisei no Brasil, recebi a notícia e todos os clichês se materializaram em mim: o peito apertou, a lágrima jorrou, a alma se partiu. Mas “mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, até quando o corpo pede um pouco mais de alma, a vida não para”. Ela vai seguindo, adorável e cruel. Valeu pela fidelidade, Lola. Abaixo o texto que meu pai escreveu ao saber da morte de Lola👇🏿 “O descanso de Lola. Lola partiu, foi, não é mais. Ou melhor , ainda é, e sempre será. Será, sempre, memória de todos e de todas que foram acarinhados por ela e que a acarinharam. Pois não acarinhá-la era impossível tal era seu afeto, sua simpatia ,sua insistência pidona. Fosse de um afago, ou de um naco do que alguém estivesse comendo. Ao ouvir (via zap) Maria Júlia dizer, chorando, a Zilma: “Mãe, a Lola morreu" eu, pai de Maju, imediatamente me contaminei de tristeza. Tristeza, talvez, só menor do que se fosse algo mau com um neto, uma neta, um filho, filha, esposa, nora, genro, enfim , com qualquer pessoa especial, tantas que nem cabem aqui…. incluindo aquele amigo ou amiga especial,tão especial que não é só meu, mas da família… Pois Lola era parte da família. Uma parte não gente,mas que para gente pouco faltava. Não era gente,mas para Maria Júlia, Agostinho, demais familiares e amigos não havia no mundo outra cadela tão peluda, grandalhona e gentil…”

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