A PF de Eduardo

Na cúpula da PF, disparou o alerta de que a fritura do diretor-geral Maurício Valeixo teria as digitais de Eduardo Bolsonaro.

O alerta surgiu no dia 5, quando a Fenapef divulgou nota defendendo a prerrogativa do presidente Jair Bolsonaro de trocar o diretor.

Enquanto a ADPF representa os delegados, a Fenapef reúne o chamado “baixo clero” formado de agentes, escrivães e papiloscopistas – que defendem a unificação da carreira, antiga demanda interna.

Escrivão da PF, Eduardo passou a defender as bandeiras da Fenapef e chegou a ser homenageado pela entidade, que atuou como cabo eleitoral do filho do presidente.

A expectativa com a eleição de Bolsonaro foi frustrada pela nomeação de Sergio Moro como ministro da Justiça, pois o ex-juiz priorizou delegados em cargos de chefia.

Luís Boudens (à esq.) e Eduardo Bolsonaro
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